Os Problemas do Mercado Farmacêutico

    Os produtos farmacêuticos só deveriam ser utilizados de acordo com receita de médico ou de cirurgião-dentista.
    A tarja vermelha e a tarja preta do rótulo do produto obrigam a comercialização mediante receita, porém, no país, mais da metade dos produtos consumidos que têm tarja vermelha são vendidos sem prescrição (receita).
    Até o uso de produtos que podem ser adquiridos sem receita (os de venda livre) tem riscos e deveria ter orientação de um profissional de saúde.
Exemplos das conseqüências do uso indiscriminado de produtos farmacêuticos:
• Analgésicos – hemorragia digestiva, diminuição das defesas do organismo;
• Antiinflamatórios – só deveriam ser usados no tratamento de doenças crônicas graves; não se justifica seu emprego em problemas comuns; podem provocar efeitos colaterais no estômago e intestinos, e piorar a situação de quem tem asma;
• Produtos para tosse e resfriado – contêm várias substâncias com efeitos opostos, de valor duvidoso, sendo inúteis;
• Antibióticos – aparecimento de bactérias cada vez mais resistentes aos tratamentos;
• Produtos para emagrecer – distúrbios cardiovasculares, transtornos psiquiátricos, dependência e até risco de vida.
• Anticoncepcionais – as mulheres jamais devem tomar pílulas sem exame e acompanhamento médico pois podem causar complicações cardiovasculares (tromboses), entre outras.

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